UMA SÓ SAÚDE: ABORDAGEM COMO FERRAMENTA DE PREVENÇÃO DE ZOONOSES EM PENALVA-MA ATRAVÉS DE PESQUISA SOCIOECONÔMICA

Autores

  • André Felipe dos Santos Rocha Universidade Estadual do Maranhão image/svg+xml
  • Carlos Viegas Neto Universidade Estadual do Maranhão image/svg+xml
  • Eduardo Henrique Sampaio Marques Universidade Estadual do Maranhão image/svg+xml
  • Itaan de Jesus Pastor Santos Universidade Estadual do Maranhão image/svg+xml
  • Luan Marcos Silva do Nascimento Universidade Estadual do Maranhão image/svg+xml
  • Maria Rita de Jesus Borges Universidade Estadual do Maranhão image/svg+xml
  • Renata Beatriz de Abreu Costa Universidade Estadual do Maranhão image/svg+xml

Palavras-chave:

Vulnerabilidade, Saneamento, Animais, Prevenção, Integração

Resumo

A pesquisa socioeconômica desenvolvida no município de Penalva, Maranhão, baseou-se na abordagem em Uma Só Saúde (One Health) com o objetivo de compreender como fatores sociais, ambientais e comportamentais influenciam a exposição da população às zoonoses. O estudo analisou variáveis como renda familiar, escolaridade, condições de saneamento básico, acesso aos serviços de saúde, práticas de manejo animal e a relação entre moradores e animais presentes no ambiente doméstico ou comunitário. A análise dos dados revelou vulnerabilidades estruturais, principalmente relacionadas à precariedade do saneamento, manejo inadequado de resíduos, acesso limitado a informações em saúde e convivência próxima com animais sem acompanhamento veterinário. Essas condições, associadas à limitação de serviços públicos essenciais, favorecem a circulação de agentes patogênicos e ampliam os riscos de transmissão de zoonoses, evidenciando a interdependência entre saúde

 

humana, animal e ambiental. Observou-se ainda que desigualdades socioeconômicas influenciam a percepção das famílias sobre os riscos e a capacidade de adotar medidas preventivas. Nesse contexto, ações de educação em saúde, manejo adequado de animais e melhorias na infraestrutura comunitária apresentam potencial para reduzir esses riscos. Os resultados reforçam a importância de políticas públicas que considerem as realidades socioeconômicas locais, ampliem a educação sanitária e fortaleçam a vigilância epidemiológica.

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Publicado

16-07-2026